Governos Locais

[vc_row attached=”true” el_class=”submenu-pages”][vc_column css=”.vc_custom_1469702169931{margin-top: 0px !important;margin-bottom: 20px !important;padding-top: 0px !important;padding-bottom: 0px !important;background-color: #828282 !important;}”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][vc_wp_custommenu nav_menu=”271″][/vc_column][vc_column width=”3/4″][vc_column_text]No ano 2000, 189 nações se comprometeram a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM): redução da pobreza extrema e da fome, educação primária universal, promoção da igualdade de gênero e autonomia das mulheres, redução da mortalidade na infância, melhoria da saúde materna, combate à Aids, à malária e a outras doenças, garantia da sustentabilidade ambiental, estabelecimento de uma parceria mundial para o desenvolvimento.

Com metas muito amplas e participação pouco ativa dos países, alguns dos desafios não foram superados. O Brasil, no entanto, cumpriu boa parte das metas e se tornou referência mundial para alguns temas.

O sucesso brasileiro com os Objetivos do Milênio deveu-se a duas estratégias. A primeira foi priorizar políticas sociais, como forma de combater as desigualdades. A segunda foi a municipalização das ações, ao relacionar as metas a políticas, programas e ações urbanas.

Dessa forma, as cidades assumiram protagonismo na implementação de iniciativas, especialmente porque tinham autonomia operacional e possibilidade de estabelecer acordos com organizações e com a iniciativa privada. Mais do que isso, a aproximação com o cidadão deu mais força para a atuação dos municípios.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]