Cenário para a implementação dos ODS

[vc_row attached=”true” el_class=”submenu-pages”][vc_column width=”1/4″ css=”.vc_custom_1469703528602{margin-top: 0px !important;margin-bottom: 0px !important;padding-top: 0px !important;padding-bottom: 0px !important;}”][vc_wp_custommenu nav_menu=”266″][/vc_column][vc_column width=”3/4″][vc_column_text]Os ODS são ainda mais abrangentes e detalhados que os ODM, incluindo temas transversais como pobreza, desigualdade, desenvolvimento econômico, clima, fortalecimento das instituições e segurança. Essa complexidade, por si só, já representa um desafio. Mas o Itamaraty aponta para outras dificuldades: uma delas é a abordagem tímida que os ODS recebem nos fóruns internacionais, principalmente nos temas com impacto no comércio internacional, na dívida externa de países, em transferência tecnológica ou na reforma do sistema financeiro global.

No plano doméstico, a janela de oportunidades vista em 2003, quando a prioridade do governo federal se voltava para o combate à pobreza e para a produção de políticas básicas (educação, saúde, desenvolvimento social, saneamento, habitação, mobilidade), não se repetirá. Esse fator foi crucial para o sucesso do Brasil na avaliação dos resultados alcançados nos ODM. Agora, há pela frente um contexto de maior dificuldade política e financeira que vai influenciar o processo de formação da agenda pública nos próximos anos.

Apesar das dificuldades para sua implementação, os ODS têm um grande poder mobilizador, pois são uma agenda positiva, de oportunidades, e podem favorecer a maior articulação entre os diferentes setores e forças políticas. A discussão sobre financiamento, assistência técnica e descentralização de capacidades no território, o envolvimento de estados e municípios e a articulação entre governos, sociedade civil e setor privado serão as questões decisivas para uma implementação bem sucedida. Por isso, estes são os pontos de atenção da Estratégia ODS.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]